Dubai pretende instalar energia solar em todos os edifícios até 2030.

 

Com a redução da emissão de Gases do Efeito Estufa (GEE’s) a Agência de Eletricidade e Água de Dubai (DEWA) anunciou um plano ambicioso: Instalar sistemas de captação de energia solar a geração de eletricidade em todos os edifícios da cidade até o ano de 2030. Segundo as informações governamentais o programa de incentivo receberá US$ 27 bilhões em investimentos para tornarem os sistemas fotovoltaicos mais competitivos e acessíveis. Além disso, Dubai receberá novas instalações de redes inteligentes e capital para financiar pesquisas de desenvolvimento do setor.

 
Além da implantação dos sistemas fotovoltaicos, Dubai pretende alcançar a incrível marcar de 75% de toda sua energia gerada a partir de fontes renováveis, e para isso, iniciaram a construção da maior Usina Fotovoltaica do Mundo a Mohammed Bin Rashid Al Maktoum Solar Park que deve começar a funcionar em 2017, produzindo, inicialmente, 800 megawatts de energia. Em 2030 a mesma usina deverá produzir 5.000 megawatts, aproximadamente 1/3 da geração da Usina Hidrelétrica de Itaipu. 

A importância da “Floresta que não é mais” – Aquecimento Global!

 

Um grupo internacional de pesquisadores integrado por alguns brasileiros e denominado como Consórcio SecondFor (contração em inglês de “Amantes da Floresta Secundária”), vêm se dedicando a entender o papel das áreas regeneradas para a biodiversidade e o ciclo de carbono e por tabela, para o clima.

Floresta Secundária é o nome técnico que se dá a floresta em regeneração, ou seja, o floresta que está se restituindo de maneira natural e/ou assistida após a realização do seu desmatamento. No Brasil comumente nos referimos a estas áreas, dentre dezenas de outros nomes, como “capoeira” palavra esta que vem do tupi e significa literalmente, “mato que não é mais”.

 

O grupo de pesquisadores produziu o primeiro mapa das matas em regeneração na América Latina e calculou seu potencial de sequestro de carbono. Os números são impressionantes.

As florestas tropicais em diversos estágios de regeneração que estendem-se do México ao Paraguai cobrem uma área de aproximadamente 2,4 milhões de Km², área esta superior ao território da Argentina. Se estas áreas fossem mantidas por 40 anos livres dos tratores e das motosserras, sequestrariam da atmosfera aproximadamente 31 bilhões de toneladas de gás carbônico, ou seja, o equivalente a toda a emissão de gás carbônico da América Latina entre 1993 e 2014. 

MAPA

O consórcio integrou tanto dados coletados pelos pesquisadores em campo quanto resultados de análises anteriores, e produziu um mapa mostrando em que regiões as capoeiras absorvem mais carbono e onde absorvem menos. O mapa poderá ser usado pelos formuladores de políticas públicas para priorizar a conservação em florestas de baixa resiliência e incentivar a regeneração em regiões de crescimento rápido da capoeira.

 

 

Lagartas, mandorovás, bicho cabeludo e taturanas (Lonomia)

 

Lagartas, rugas, mandorovás, bicho cabeludo e taturanas identificam as larvas de lepidópteros, ou seja, borboletas e mariposas de hábito diurno e noturno respectivamente. A espécie Lonomia Sp. é comumente encontrada no sul do Brasil e possui diversos tamanhos e cores, normalmente apresenta coloração longitudinal diferente das demais áreas do corpo e espinhos pontiagudos em formato de “pinheirinho”. 

 

Apesar de beleza incontestável grande parte destas lagartas são venenosas. A manifestação inicial após o contato é dor e irritação imediatas no local atingido; dor de cabeça e náuseas; sangramentos através da pele, gengiva, urina, pequenos ferimentos e nariz, a vítima pode ter hemorragias que podem levar à morte.

Este espécime foi encontrado na Mata Atlântica do Litoral Paranaense, por isso, lembre-se, ao entrar na mata, principalmente no verão, não esqueça de proteger os pés, pernas e braços, assim como verificar onde irá se apoiar, pois, normalmente os acidentes ocorrem nestas ocasiões.

Se mesmo com todos estes cuidados você entrar em contato com uma destas lagartas procure o posto de saúde ou hospital mais próximo. 

 

5 bons motivos para sua empresa implantar um PGRS

 

Esqueça que o Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS) de sua empresa só resulta em gastos e trabalho extra, se elaborado, implantado, executado e monitorado da maneira correta ele é uma ferramenta importantíssima na gestão, organização e redução de custos no seu processo produtivo.  

A ECOgreen Consultoria e Assessoria Ambiental elencou 5 das principais vantagens da correta gestão de resíduos sólidos em pequenas, média e grandes empresas. São elas: 

 

1 – Redução de Custos
A elaboração, implantação, execução e monitoramento do PGRS contribui de três maneiras para a redução de custos em uma empresa.

Redução de custos com a destinação de resíduos
A implantação do Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS) tem como um dos principais objetivos diagnosticar possíveis pontos de geração excessiva de resíduos, propor medidas de redução e orientar a correta segregação dos mesmos, evitando que os resíduos sejam destinados de forma errada o que acarreta diretamente no aumento dos custos de destinação.

 

Redução de custos de Processo (Matéria Prima)
O Monitoramento do PGRS tem por objetivo principal diagnosticar e criar indicadores de desempenho e desperdício de matéria prima ao longo dos processos industriais, contribuindo na identificação de possíveis falhas no processo de sua empresa.

 

Redução dos custos com equipamentos e pessoal
O Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS) quando realizado de maneira correta tem por objetivo determinar a quantidade, tamanho, tipo e localização das lixeiras, “containeres” de armazenamento temporário e principalmente a quantidades de profissionais necessários a realização da gestão dos resíduos.

 

2 – Espaço e Organização
Em uma empresa cada tipo de resíduo tem seu volume de geração e método de destinação final (aterro sanitário, tratamento, coprocessamento, aterro industrial, reciclagem, etc.) específicos, podendo alguns tipos de resíduos ficarem na empresa por longos períodos de tempo. O PGRS tem por objetivo determinar a melhor localização para o armazenamento destes resíduos e também a periodicidade ideal para a coleta dos mesmos, contribuindo com a liberação de espaço e organização da empresa.

 

3 – Redução dos Riscos de Acidente e Melhoria da Higiene
A correta gestão dos resíduos sólidos promove a redução dos riscos de acidente do trabalho, uma vez que, para cada tipo de resíduo são determinados métodos de manuseio, EPI’s a serem utilizados, rotas de transporte interno e externo, locais de armazenamento e horários para coleta e destinação. Com relação a higiene, um dos principais fatores associados a execução do PGRS é a redução do mau cheiro e da proliferações de vetores.

Em tempos de surto de dengue cabe nessa ocasião ressaltar que o armazenamento temporário dos resíduos sólidos deve ser realizado em local arejado e coberto, evitando o acúmulo de água da chuva.

 

4 – Redução e Controle dos Impactos Ambientais
A redução da geração de resíduos sólidos, a correta segregação e destinação final dos mesmos contribui diretamente no controle e redução dos impactos ambientais gerados pelas atividades humanas. Alguns dos impactos associados a destinação incorreta dos resíduos sólidos são: proliferação de vetores, contaminação das águas superficiais e subterrâneas, poluição atmosférica, contaminação do solo, etc.

 

5 – Melhoria da Visibilidade da Empresa
A correta gestão dos resíduos sólidos aumenta a credibilidade da empresa perante seus fornecedores e clientes, assim como perante ao órgão fiscalizador, contribuindo desta forma para a agilidade dos processos de renovação da licença ambiental de operação e também reduzindo o risco de multas.